Depois de quase um mês sem postar, to voltando a ativa!!!!

Cortina Rasgada 

 

 

Bom, só por se tratar de um hitchcockiano dispensa apresentações. O que podia ser uma história batida – espião americano cruza a Cortina de Ferro em busca de uma fórmula secreta – nas mãos de Hitch se torna um delicioso suspense, recheado com toques de humor negro.

A primeira cena do filme não tem diálogo, mas é clara e transmite o clima do filme. Aliás, isso é o que Hitch faz de melhor: leva o espectador para a atmosfera do filme.

Bora falar das melhores cenas do filme:

 

 

Outro ponto bacana foi Hitch fugir do clichê de mostrar comunistas sempre com cara de durões, ao mostrar Gromek humanizado, simpático e falastrão.

Já assistiu? Reveja. Garanto que gostei muito mais na segunda vez.  Não viu? Assista, e reassista.

Vai ficar procurando o diretor no filme? Nesse é fácil, ele aparece logo no começo.....

 

Nem acredito que o blog ta ficando atualizado! Milagre, pegar o guarda-chuva pq desse jeitai chover...... Falando em chover....

Singin' in the Rain

 

Considerado o melhor musical de todos os tempos, tem mais de 50 anos e continua com seu charme e encanto.

Acho que é o musical mais engraçado que já assisti, e com a história mais bacana de todas: uma sátira a transição do cinema mudo ao cinema falado. As cenas de dança são muito bem encaixadas e sem exagero, o que faz com que o filme não seja enfadonho, daqueles que você reza p/ acabar logo.

Donald O'Connor tem um personagem hilariante, que remete aos antigos palhaços circenses. Debbie Reynolds tem um "que" de fragilidade que encanta a todos e Gene Kelly, bom esse dispensa apresentações: maravilhoso, encantador, mágico.... Bora parar de enrolar e citar as melhores cenas na minha opinião:

 

Make 'em laugh – Solo impecável de Donald O'Connor com um ar nostálgico que remete aos palhaços circenses na medida certa

Good Morning – Depois dessa cena com O’Connor, Gene Kelly e Debbie Reynolds, o dia 24 de março é meu dia de sorte! Simplesmente, contagiante.

Singin' in the Rain – Dispensa comentários. Uma das cenas imortalizadas e mais copiadas do cinema. Na minha opinião, é uma das melhores, quiçá a melhor, cena de dança do cinema.

 

 

Ultimamente, viciei em rever meus DVDs........ Um prazer que estou redescobrindo........Praticamente, não passo um dia sem assistir um filme. Vamos ver se agora o blog fica menos desatualizado......

 

 

 

 

Breakfast at Tiffany’s

 

Acho que esse foi o único filme pelo qual me apaixonei antes de assistir. Na verdade, sempre fui apaixonada pela música, tanto que tenho várias versões da mesma. Isso há anos.... e o fato é que, por incrível que pareça, fui assistir ao filme pela primeira vez esse ano. Aí, ferrou tudo....... já assisti ao menos 5 vezes, e em casa uma delas um novo detalhe me deixa mais apaixonada. Parece aquele namoro, que quando a “coisa” esfria, você vai lá e resgata uma coisa, p/ lembrar o quanto te faz bem. O filme é tão encantador, o elenco todo (quase) todo tão perfeito, que ate as coisinhas desagradáveis – como Mickey Rooney  como um japonês – não tiram o seu brilho. Na minha opinião, é isso que faz do filme um clássico. Aproveitando o embalo, bora falar um pouquinho mais das cenas mais belas do filme..... (na minha opinião, óbvio)

 

Primeira cena: Qual simples mortal, além de Audrey, toma um café da manhã em pé, no meio de uma avenida de uma grande cidade olhando a vitrine de uma joalheria de forma tão natural e elegante? Indo um pouco além: quem de madrugada, voltando da ‘balada” consegue estar tão bela quanto ela? Olha que no cinema é mais fácil do que na vida real, e mesmo assim, ninguém fez isso de forma tão natural quanto ela.

Festa: Meu Deus, que festa é aquela? Até as cenas mais bizarras e impossíveis parecem totalmente plausíveis ali! Bom, vendo um making off do filme, descobri que a festa foi feita quase toda no improviso, já que o roteiro não trazia detalhes da mesma.... Blake Edwards mandou MUITO bem

Moonriver: Até assistir essa cena, alguém sabia que ela cantava? Encantadora

Última cena: Por mais previsível que seja, a seqüência final, com a bela Audrey na chuva, procurando o gato, como uma criança que perde sua boneca favorita...... simplesmente inesquecível.

 

Pra encerrar...... é brilhante porque é simples. É lindo porque é romântico. É sutil a ponto de ao final a gente se questionar se Holly é mesmo uma prostituta. É encantador porque não se fazem mais filmes assim, não existem atrizes (na verdade, não existem pessoas) com o mesmo grau de elegância que Audrey...... Ícone de moda, beleza e elegância. Pra quem não sabe; Capote, o “pai” do conto que deu origem ao filme, queria Marilyn para o papel. De fato, o filme teria sido mais fiel ao seu conto..... no entanto seria óbvio demais, fácil demas.... não seria um clássico

Sessão da tarde

Ontem fui assistir ao tão falado “Pequena Miss Sunshine”. Saí do cinema extremamente decepcionada. Trata-se tão somente de uma comédinha fraca, típica de Sessão da Tarde, e que, mesmo dublada, nada se perderá. Talvez eu esperasse muito de um filme que a sinopse já me indicava ser fraco.

Com a decepção invariavelmente ficou a pergunta: qual o critério da academia para as indicações? Pequena Miss Sunshine concorre aos prêmios de melhor filme, melhor ator coadjuvante, melhor atriz coadjuvante e melhor roteiro original. Sinceramente, o filme não merecia nenhuma dessas indicações, e fica cada vez mais clara a influência do lobby na Academia.

Assisti a poucos dos flmes que concorrem aos prêmios da Academia, e o que mais me encantou foi Labirinto de Fauno. Bom, próximo domingo será a premiação. Provavelmente será injusta, como nos últimos anos. Infelizmente, cada vez mais a premiação é um desfile de egos do que premiação de cinema.

Voltando a ativa

Eita blogggizinho mais desatualizado..... Enfim, vambora falar de cinema

 

Fim de semana passado tirei o atraso e assisti 2 filmes: Rocky 6 e Labirinto do Fauno. Seguem os comentários dos filmes do e algumas críticas às salas de exibição

 

Rocky 6: Sem muitas novidades e com um Stallone bem velhinho, empolga p/ caramba nas cenas de treinamento e de luta. Paulie está mais velho e ranziza do que nunca, o drama entre pai e filho continua e Rocky Balboa passa grande parte do filme chorando a morte da mulher. Porém, em um determinado momento as lamentações cessam e a vontade de lutar vem à tona. E quando começa a tocar o “tan tantantan” a empolgação é clara em todos que estão no cinema. E na luta da uma vontade danada de berrar p/ caramba! Quando acaba o filme, a maioria denora um pouco p/ querer ir embora (digo alguns porque um amigo assistiu ao filme e disse que a muherada saiu correndo quando acabou o filme.... Acho que sou uma exceção)  e aposto que essa maior (eu inclusive) sente um desej louco de subir crrendo aquelas escadarias da Filadélfia, e só então descansar em paz!

Com nem tudo é um mar de rosas...... Assisti ao filme na sessão da meia-noite do cine Frei Caneca. A desorganização é imensa, ninguém conseguia saber qual a fila certa para cada sala.......

 

Labirinto do Fauno: Filme eu mistura drama político com fantasia, o que normalmente não me empolgaria. Porém o roteiro, a música e a fotografia começam a encantar desde o inicio. Envolvente e belíssimo, o filme espanhol que concorre ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro encanta. Em alguns omentos, a fantasia parece ser a realidade, e quando a gente se dá conta que não é, o filme acabou. Definitivamente, fazia tempo que eu não assistia à um filme tão belo que chega a ser melancólico.

Cine Bom Brill, domigo à noite. Pra quem não sabe, a sala tem um sisteminha ótimo, e no momento da compra do ingresso a gente já escolhe a poltrona. Em vários países funciona super bem, mas pelo jeito, aqui não vai dar muito certo: gente sentada em lugar errado, chegando n inicio do filme e procurando o luar..... Com a educação brasileira, fica difícil trazer idéias simples e bacanas e funcionam em diversos outros países.

Esse feriado não foi SÓ balada...... até agora assisti 2 filmes bacaninhas......

1 deles por sinal é BEMMMM bacana: Copacabana, da Carla Camurati

Alberto está prester a completar 90 anos, e vivendo uma crise pessoal recorda momentos marcantes de sua vida. Paralelamente, seu amigos preparam uma festa-surpresa. Para comemorar os 90 anos.

Passado em Copacabana, o filme mostra imagens belíssimas do Rio de Janeiro, como do Copacabana Palace, bandas de ruas e passagem de um zepellin na cidade. A fotografia é divina, o roteiro envolvente e o elenco dispensa comentários.

 

O Outro é O Casamento de Romeu e Julieta. A história é bem bacana, super paulistana. Em alguns momentos as cenas romanticas cansam um pouco mas enfim, "It's just entertainment".

Tudo acontece em volta de um romance entre uma palmeirense fanática (que tem um pai mais fanático ainda) e um corintiano roxo. O corintiano se passa por palmeirense para agradar a família, o que traz cenas divertidissimas......

Bom, pretendo assistir mais alguns..... logo mais posto sobre os outros

 

Putz, que droga..... O blog já é desatualizado p/ caramba, e o que eu escrevi deu pau e não postou....... enfim, vamos de novo

 

Interessante Vôo United 93. Com jeitão de documentário, tenta recriar o sequestro do único avião sequestrado no 11 de setembro que não atingiu seu alvo.

No inicio, o filme é confuso, com as cenas dos controles de vôo, que mostram um imenso despreparo diante da situação. Nínguem sabe o que fazer. Melhor: apenas os terroristas sabem exatamente o que fazer. Incrivel como só se sabe que o WTC foi atacado através da CNN.

Apesar de algumas criticas, o filme não mostra os passageiros como heróis. São pessoas comuns, diante de uma situação incomum, e que por instinto de sobrevivência tomaram uma atitude. Não salvaram suas vidas, mas evitaram mais mortes. Impossível não se envolver com os telefonemas dos passageiros a seus familiares nos últimos minutos de vôo.

O filme tem que ser visto. É ficção, mas com pontos reais (o diretor colheu depoimentos, falou com familiares de passageiros que receberam os telefonemas). E após 5 anos dos ataques, esse é o único filme sobre o assunto: a manhã que abalou uma sociedade bem mais vulnerável do que se imaginava.

 

Auto da Compadecida - Minisérie

P/ compensar a frustração de um filme ruim, assisti o DVD da minisérie "O Auto da Compadecida" MARAVILHOSO! Horas de bom entretenimento, incluindo humor, romance e até uma lição de moral no final do filme - aliás, uma das melhores partes, por reunir Matheus Nachtergaele, Fernanda Montenegro e Luís Melo.

Baseado na peça de Ariano Suassuna e com direção de Guel Arraes, é uma ótima pedida p/ aquelas tardes de puro entretenimento.

Carnaval....

Bom, aproveitei o carnaval p/ ficar em casa e assistir alguns filmes...... Como não sou de ferro, acabei comprando mais alguns DVDs, que p/ falar a verdade..... nem assisti....

Assisti um filme péssimo: Dois Filhos de Francisco. Imaginava que se tratava de um filme ruim, mas, como li algumas boas críticas, resolvi deixar o preconceito de lado e assistir.... o filme é PÉSSIMO!!!! Sério, não sei como algumas pessoas gostaram.... Tirando a boa fotografia nas imagens de campo, nada no filme vale a pena. O audio é péssimo, histório estilo Rede Globo extremamente apelativa emocionalmente e terrivelmente chata.

Bom, domingão assisti um filme super bacana, "Prisioneiro da Grade de Ferro - Auto-retrato".

Filmado no Carandiru, um ano antes de sua desativação, esse documentário mostra o maior complexo carcerário da América Latina a partir do ponto de vista dos presos.  Com direção de Paulo Sacramento, o filme tem uma visão totalmente diferente do já conhecido "Carandiru": menos romanceada e muito mais real. A partir de uma oficina oferecida pelo diretor, os presos aprenderam a usar a câmera e passaram a filmar seu cotidiano.

Mesmo após a destruição do Carandiru, o filme é um retrato do atual sistema carcerário brasileiro, que hoje questiona a sua real função dentro do Estado: recuperar ou afastar o índividuo de seu convivio com a sociedade? E ainda, qualquer que seja sua função, esta está sendo bem cumprida; mantendo os “reeducandos” em condições sub-humanas de sobrevivência?

Enfim, o filme é super premiado, e uma forma nova de linguagem em documentários.

Para saber mais, o site do filme é http://www.prisioneiro.com.br/

Filmes

tenho visto alguns bons filmes, mas ando com um pouco de preguiça...... logo mais coloco resenhas novas..... Principalmente a de Babilonia 2000, do Eduardo Coutinho.

Gata em Teto de Zinco Quente

Putz, essa é pior tradução q eu já vi na vida..... "Gata em Teto de Zinco Quente"? Quem já viu isso???? Como é possível???? mas, enfim, o texto é ótimo e o filme idem.....

Paul Newman é Brick, ex-jogador de futebol e atual bebado, casado com a exuberante Maggie - Elizabeth Taylor. Os dois vivem um relacionamento conturbado, fracassado, sem filhos, e já nem tentam mais manter as aparencias. O constante ar bebado entediado de Brick ouvindo as reclamações da mulher da mulher, seu olhar vazio e o extremo desinteresse pela belissimamulher fazem desse, junto com James Dean em "Assim Caminha a Humanidade",um dos melhores bebados do cinema. Taylor não fica atrás, como a bela, amargurada, rancorosa e revoltada mulher que tenta com todas as forças salvar seucasamento e reconquistar o marido.

Tudo acontece na casa do pai de Brick, onde a família se reúne para receber o Velho que volta de uma clínica de saúde e pode estar com uma grave doença. O irmão de Brick é advogado, casado com Mae, uma caipira boa provedora - já são 5 herdeiros e o 6º está a caminho - que junto com sua grande prole faz de tudo para impressionar o Velho, que só tem olhos para a bela Maggie.

O maravilhoso texto de Tenesse Willians vai além das relações conjugais. O que a principio parece ser só mais uma típica história de relacionamento conturbado, se transforma em uma imensa crise familiar, onde os problemas do casal passam a não ser mais tão importantes. Tenesse vai fundo na essência do ser humano, fazendo aflorar o melhor e o pior de cada um.

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